Nossa, fazia tempo que não escrevia! Apesar de estar de férias, as coisas não estão menos corridas, por incrível que pareça (mãe nem tem férias na verdade! rsrs).
Não é nenhuma novidade para as pessoas mais próximas de mim que quero ter um segundo filho ainda, algum dia. Ultimamente tenho me questionado muito sobre isso. Quando é o melhor momento? Qual intervalo entre o primeiro e o segundo é o mais indicado? Será que vai ser mais tranquilo ou mais corrido? Ok! Vamos conversar sobre isso hoje então.
Agora que já sou mãe, consigo entender perfeitamente o que uma criança demanda dos pais. É fato que a nossa vida nunca mais será a mesma, que aquela liberdade de ir e vir a hora que quisermos já não é mais a mesma, que as noites de sono são comprometidas e que a disponibilidade para tudo é mais difícil. Mas também é fato, que a partir do momento que aquele serzinho chega ao mundo, tudo muda, passamos a viver instintivamente por ele e para ele e entendemos o real sentido do amor incondicional. Então, são dois pesos e duas medidas, existem sim os prós e contras de se pensar em uma nova gravidez mais cedo.
Tenho lido alguns blogs onde algumas mamães que já passaram pela experiência do segundo filho indicam ter o segundo logo depois do primeiro, sem um intervalo longo. Elas dizem que é muito bom, pois ainda estamos naquele envolvimento que o bebê exige da mãe com o primeiro, então acabamos nem sentindo muito, apesar do cansaço ser dobrado, claro. Elas também dizem que se esperamos demais para o ter o segundo, você acaba ficando acostumada com as ''regalias'' que tem de volta, em poder dormir a noite toda, não se preocupar se o bebê está com dor, com fome, com sede, etc.., tendo em vista que se o primeiro está maior, ele já está mais ''independente'' da mãe. E quando se fica muito acostumada com a nova rotina, que já não demanda mais tanto da mãe se o primeiro está maior, acabamos ''desanimando'' ao pensar em começar tuuudo de novo.
Por outro lado, li outros posts e conversei com algumas mães que diziam que o melhor é mesmo esperar, ter um intervalo de pelo menos cinco a seis anos entre um e outro, por vários motivos. Primeiro, por que elas dizem que é muito complicado ter que conciliar a atenção entre duas crianças pequenas, tendo em vista que o primogênito está propício a ter ciúmes do mais novo. Segundo, por que dizem que ter um segundo bebê, sem precisar estar preocupada 24 horas por dia com as necessidades do primeiro, é bem mais tranquilo. E terceiro, por que dizem que o mais velho pode ajudar a mãe com o primeiro quando já é maior, e já não temos mais aquele sentimento de culpa em talvez ''excluir'' mesmo que sem querer o primeiro, por que obviamente o recém-nascido vai exigir muito mais da mãe no início, e quando o mais velho ainda é muito pequeno, não entende a situação e verá o recém-nascido muito mais como uma ''ameaça'' do que como sendo seu irmãozinho.
Depois de ter entendido os prós e contras de engravidar logo novamente, confesso que fiquei com bastante dúvida. Mas tenho muito medo de esperar e esperar, e no fim, acabar desistindo da ideia
ou algo assim. Quando engravidei da Isabelle, não foi planejado, então no início fiquei um pouco assustada, mas foi sem sombra de dúvidas, a melhor coisa que aconteceu na minha vida. Então penso que se um dia acontecer de novo por descuido, não terei problemas, mas claro que poder planejar tudo com muito carinho e calma é bem melhor. Acho que ainda vou amadurecer um pouco mais a ideia, e enquanto isso posso dedicar integralmente o meu tempo livre à minha princesa, que está cada dia mais linda e sapeca! ;)
O “ser” mãe é tão intenso que, por vezes, chega a “ser” o que há de mais nobre despertado no mais íntimo do “ser” humano. - Mayara Vellardi
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domingo, 15 de março de 2015
quarta-feira, 25 de fevereiro de 2015
Cólicas no primeiro trimestre de vida!
Olá mamães! Como estão?! Já estava com saudades de escrever aqui! Pois bem, hoje vamos falar um pouquinho desse fantasma que assombra a vida de muitas mães e seus bebês no primeiro trimestre de vida, a cólica! Gostaria de começar explicando o que são as cólicas, por que pelo menos para mim, a partir do momento em que fui atrás para realmente entender o que acontece no organismo do nosso pequeno durante as cólicas, tudo ficou mais claro e fácil de lidar. A cólica costuma aparecer por volta de duas a três semanas após o nascimento, e normalmente ocorre porque o organismo do bebê de até três meses – principalmente o sistema digestivo – ainda é imaturo e nem sempre consegue processar o alimento da maneira correta, ainda que seja o leite materno. Com três meses de vida o bebê completa um ciclo de doze meses, contados a partir da fecundação. É depois do terceiro mês que ele deixa de ser um recém-nascido, o cérebro passa a se entender melhor com as funções do organismo e, consequentemente, as cólicas deixam de existir. Os principais sintomas das cólicas são: choro intenso e inconsolável, encolhimento das perninhas e arqueio das costas para trás, esticando-se e se espremendo enquanto chora, e alguns dos bebês soltam puns também enquanto choram. A Isabelle tinha crises horríveis de cólica, todos os dias no mesmo horário (o que é uma característica forte das cólicas, ocorrerem todos os dias no mesmo horário), das 22hs às 3hs. O pediatra dela receitou Luftal ou Paracetamol, mas quando tivesse dor muito forte eu poderia usar o Elixir Paregórico (minha mãe já havia me apresentado esse remédio milagroso). Alguns pediatras hoje em dia não o recomendam para bebês. Alguns dizem que por ele ser um derivado distante da morfina, outros dizem que é por que ele é um remédio muito eficaz e rápido e defendem a tese de que se o bebê tiver alguma dor mais forte um dia e o mesmo precisar ser administrado, já não terá mais a mesma eficácia no organismo, por já ter sido usado diversas vezes anteriormente.
Sempre recomendo que é importante seguirem as orientações do pediatra, mas como o da Isabelle me deixou super tranquila em relação a isso, eu sempre usava o Elixir. E nossa, era mágico, passava em dez minutos a dor. Me sentia mais aliviada, por que me partia o coração ver ela gritando desesperada e não poder fazer nada para acalmá-la. Hoje ela tem quase dois anos, nós particularmente nunca tivemos nenhum problema devido à administração dele, pelo contrário, agradeço até hoje a minha mãe, por ter me apresentado essa maravilha, e ao pediatra da Isa, por ter tido a paciência de me explicar como a cólica age no organismo do bebê e como a medicação combatia a dor.
Enfim, com medicação ou sem, a questão é que as cólicas não são uma doença, trata-se de uma fase de amadurecimento do organismo do bebê. Cabe aos pais, terem paciência e saberem como agir nesse delicado momento da vida do pequeno. E mamães que estão passando por isso nesse momento, fiquem calmas, tudo na vida passa!
Sempre recomendo que é importante seguirem as orientações do pediatra, mas como o da Isabelle me deixou super tranquila em relação a isso, eu sempre usava o Elixir. E nossa, era mágico, passava em dez minutos a dor. Me sentia mais aliviada, por que me partia o coração ver ela gritando desesperada e não poder fazer nada para acalmá-la. Hoje ela tem quase dois anos, nós particularmente nunca tivemos nenhum problema devido à administração dele, pelo contrário, agradeço até hoje a minha mãe, por ter me apresentado essa maravilha, e ao pediatra da Isa, por ter tido a paciência de me explicar como a cólica age no organismo do bebê e como a medicação combatia a dor.
Enfim, com medicação ou sem, a questão é que as cólicas não são uma doença, trata-se de uma fase de amadurecimento do organismo do bebê. Cabe aos pais, terem paciência e saberem como agir nesse delicado momento da vida do pequeno. E mamães que estão passando por isso nesse momento, fiquem calmas, tudo na vida passa!
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